sábado, 10 de julho de 2010

DESVIANDO DOS PROPÓSITOS DE JESUS CRISTO




(1 Timóteo 4:1-4)
Paulo escreve que, nos últimos tempos, a própria Igreja estará se desviando dos propósitos de Jesus Cristo, distorcendo o evangelho de modo a aceitar o que é ilícito como se fosse normal, desviando as pessoas do genuíno evangelho do Senhor Jesus Cristo:
·         1 Timóteo 4:1-4
“Mas o Espírito [Santo] expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; Proibindo o casamento, [ensinando] e ordenando a abstinência [de certos tipos] dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças.”
O termo “apostatar” significa “desviar” ou “afastar”. Este sinal já está acontecendo nos dias de hoje. Autoridades das igrejas têm distorcido o verdadeiro evangelho, conforme alguns exemplos:
·         O Bispo episcopal de New Jersey (EUA) John Shelby Spong, que escreveu o livro “Por que o Cristianismo deve mudar ou morrer?“, afirma que:
o    A ressurreição de Cristo não foi real, mas uma lenda
o    Não houve túmulo vazio, nem anjos, nem aparições
o    Nenhuma pessoa racional pode crer na interpretação literal da Bíblia
o    A virgem de uma Bíblia literal, Belém e a manjedoura, têm de sumir
o    A igreja deve apoiar ativamente, e até celebrar, ligações heterossexuais fora do casamento
A Palavra de Deus nos alerta que as igrejas apóstatas infelizmente terão seus seguidores, além dos falsos mestres, conforme 2 Timóteo 4:3-4:
“Porque virá tempo em que [as pessoas] não suportarão (agüentarão) a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos [por algo prazeiroso e gratificante], amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”
O próprio Senhor Jesus também já havia alertado aos cristãos sobre a existência das igrejas apóstatas. Em Apocalipse 3:15-18, o Senhor faz menção à igreja apóstata, que é a igreja de Laodicéia:
1.      Conheço [e registrei] as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
2.      Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
3.      Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
4.      Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças [verdadeiramente]; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
Este é mais um sinal dos fins dos tempos que está acontecendo hoje.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

UMA CAMPANHA PARA MUDAR A IGREJA

UMA CAMPANHA PARA MUDAR A IGREJA


Há alguns meses prometi lançar uma campanha nacional neste blog. Reconheço que demorei bastante. São as muitas ocupações. Mas aí está. É uma proposta simples para que as igrejas, independente de sua filiação denominacional ou autonomia, suspendam certas práticas durante pelo menos um ano e depois parem para avaliar em que elas melhoraram, onde progrediram, ou se, ao contrário, houve algum retrocesso. Acho a última hipótese improvável, mas é um direito que cada igreja tem de fazer a própria avaliação. Caso o progresso seja percebido, aconselho que a suspensão seja mantida, pois o Reino de Deus só terá a ganhar.

Se você concordar com os termos abaixo, fique à vontade para reproduzir em seu blog (citada a fonte), afixar no mural de sua igreja, caso seja o pastor, ou encaminhar aos seus líderes para que eles tomem conhecimento e avaliem se vale ou não a pena aderir à campanha. 

Às propostas:

1. Deixe de promover eventos festivos um atrás do outro, que acarretam enormes despesas à igreja e pouco resultado trazem à vida espiritual dos crentes e à evangelização, mas não abra mão dos cultos "normais", onde todos podem ser edificados mutuamente. Aqui a comunhão pode ser experimentada em sua dimensão mais profunda.

2.  Pare de criar nomenclaturas para definir um culto do outro, como, por exemplo, "culto da vitória", "culto de libertação", "culto de avivamento", "culto da virada" etc., pois culto se presta a Deus de acordo com os elementos descritos no Novo Testamento, e todos eles, quando prestados de fato ao Senhor, cumprem todas as finalidades bíblicas.

3. Reprograme as atividades extra-cultos em sua igreja, entre elas os ensaios dos diferentes departamentos musicais, para não correr o risco de um ativismoimprodutivo e ter os horários de tal maneira ocupados com tantas programações que o tempo para o verdadeiro culto a Deus seja escasso, trazendo sérios prejuízos espirituais à vida dos crentes.

4. Tome a decisão radical de não convidar cantores famosos para "abrilhantar" os festejos da igreja (até porque estes em grande parte já não mais farão parte do calendário, pelo menos por um ano) e você descobrirá quantos talentos escondidos na própria igreja poderão ser aproveitados, sem custo algum, nos cultos regulares ou em outro evento extremamente indispensável. Além disso, se não houver demanda, os cantores (sem cair no terreno da generalização) deixarão de cobrar os elevados cachês e, quem sabe, aprendam a ver o que fazem como ministério e não como profissão.

5. Não deixe também de valorizar o cântico congregacional. Uma igreja que adora a Deus unida pode experimentar a vida comunitária com muito maior comunhão e proveito do que aquela em que os membros são meros assistentes de culto. Vêm e vão sem nenhum comprometimento com a vida comunitária. 

6. De igual modo, pare de convidar pregadores renomados, os quais seguem a mesma linha dos cantores "profissionais" e chegam nas igrejas com os DVDs (ou CDs) da mensagem ainda a ser pregada já prontos para serem colocados à venda na porta da igreja por um preço bem módico. Quem sabe eles (sem cair também no terreno da generalização) da mesma forma aprendam e passem a servir e não buscar serem servidos.

7. Na ausência dos pregadores que não serão mais convidados, pare de "encher linguiça" durante os cultos, não mais ofereça "capim seco" às suas ovelhas, mas prepare-se para a cada culto ter sempre uma nova mensagem bíblica, cristocêntrica, sem apelar para os conhecidos e já surrados chavões, que alimente o povo e lhe aguce o desejo de voltar nos próximos cultos.

8. Pare de valorizar o formalismo da oração, que envaidece o coração farisaico, mas ensine a sua igreja o que significa orar e torne isso parte do metabolismo espiritual dos crentes de maneira que a oração, a conversa com Deus, profunda, livre e sincera, permeie tudo quanto a igreja faça.

9. Pare de promover eventos evangelísticos, mas faça com que a igreja encarne a paixão pelas almas e passe a empregar o velho (mas sempre novo) evangelismo pessoal como meio de alcançar os perdidos para Cristo. Uma boa maneira maneira é estimular a cada um para que se comprometa a orar, fazer amizade e convidar os seus parentes, amigos e vizinhos com regularidade para que assistam os cultos e ouçam a Palavra de Deus, Não é preciso ir longe. O campo está perto de cada crente. Saiba que 99% das pessoas que frequentam a igreja, hoje, foram trazidas por alguém e não por um "programa".

10. Valorize os cultos nos lares, de maneira sistemática, sem se preocupar comnomenclatura. A igreja primitiva se reunia no templo e nas casas e a maioria absoluta das igrejas existentes tiveram início em reuniões familiares.

11. Pare de fazer conchavos políticos e buscar os favores de candidatos para esta ou aquela atividade. O custo não vale a pena, compromete a voz profética e gerainsatisfação entre os crentes. A melhor coisa que uma igreja faz é realizar as suasatividades com a própria receita. Quem quiser contribuir, que o faça em oculto, quando os diáconos passarem com as salvas ou quando os crentes forem chamados ao gazofilácio.

12. Resista a tentação de não cumprir as propostas acima. Sempre haverá os insatisfeitos que forçarão a barra. O risco é grande de você quebrar o compromisso, mas a perseverança é companheira dos que querem alcançar os seus objetivos. Portanto, siga em frente, olhando apenas para Jesus. Você não será decepcionado.

Conclusão

Posso afirmar com segurança, que, com essas decisões, entre tantas outras que podem ser tomadas, sua igreja, ao final de um ano, terá progredido muito mais em todos os sentidos do que se você insistir com esse sistema carcomido que muito aparenta, mas pouca eficácia tem para a igreja como corpo vivo de Cristo na terra.

Experimente e depois nos conte.

Fonte:

sábado, 26 de junho de 2010

O SENHOR É O MEU BANQUEIRO


“ O SENHOR É O MEU BANQUEIRO; NADA ME FALTARÁ. ELE ME FAZ REPOUSAR EM MINAS DE OURO;
ELE ME DÁ A COMBINAÇÃO DE SEU COFRE-FORTE. ELE RESTAURA O MEU CRÉDITO; ELE ME MOSTRA COMO EVITAR OS PROCESSOS LEGAIS POR AMOR DE SEU NOME.
SIM, AINDA QUE EU ANDE PELAS  SOMBRAS DAS DÍVIDAS, NÃO TEMEREI MAL ALGUM, PORQUE TU ESTÁS COMIGO; A TUA PRATA E O TEU OURO ME RESGATAM  PREPARAM  UM CAMINHO PARA MIM NA PRESENÇA DOS MEUS COBRADORES; ENCHES OS MEUS BARRIS COM ÓLEO; MINHAS MEDIDAS TRANSBORDAM. CERTAMENTE A BONDADE E A MISERICORDIA ME SEGUIRÃO TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA E EU NEGOCIAREI EM NOME DO SENHOR”

Texto do livro: A Poder em Suas Palavras.

SENHOR, QUE FAREI?

Atos 22.10
 Então disse eu: Senhor que farei? E o Senhor me disse: Levanta-te, e vai a Damasco, onde se te dirá tudo o que te é ordenado fazer.

I – Decisão “Levanta-te”
II – Obediência “Entra na casa”
III – Expectação “Ali te dirão tudo que te é ordenado fazer”

DE VOLTA AO LAR


            Texto: Lc. 15.17-24.
17 Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
18 Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.
20 Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
21 Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

I – Reconheceu o seu estado de ruína(vv.17)
II – Resolveu votar ao lar(vv.18)
III – Confessou o seu pecado(vv.19,21)
IV – Foi recebido e perdoado(vv.20)
V – Foi recebido com júbilo(vv.22,24)

SANTIFICAÇÃO


1-     A perda do Temor a Deus.
Shabat: O povo de Deus o tem profanado totalmente, isso é, se você considerar que as escrituras trazem as orientações sobre como proceder nesse dia.
b) Benção ou Maldição
    2Rs. 22.11; (cap. 22 e 23 IIRs.)
Dt. 28; Lv. 23; Dt. 28.15-68( Josias o Rei).
v  O que acontece quando você age contra a Palavra de Deus? 2Rs. 22.19,20.  Você treme quando Deus fala? Is. 66.2
Temor a Deus / Temor ao pecado
Quando você não teme a Deus, também não tem medo do pecado.
v  Relação entre -  visão acurada acerca de Deus e visão acurada acerca do pecado.
Uma visão deficiente acerca de Deus produz uma percepção deficiente do pecado.
Isto trás um julgamento severo da parte do Senhor. (At. 5.1-5; Ml. 3.1-5)
Olhando o pecado sob a perspectiva de Deus.
ü  2Cr. 7.14
Ø  Reavivamento e oração
2Cr. 16.9;Jo.14.13; At. 1.15.
Ø  A Urgência da hora
Razão para a urgência em se submeter inteiramente a Deus aqui e agora: Podemos ser a geração que estará viva quando Jesus voltar.
                         Da mente para o Coração.
v  Não basta Deus falar com você  através de sua Palavra, pois todo o conhecimento intelectual do mundo nunca vai mudar a sua vida. Quando o conhecimento que há em sua mente alcançar seu coração, você não conseguirá  descansar até que Deus mude o seu modo de vida. 2Co. 1.20; Jo. 14.12; Tg.4.8; Rm. 14.23; Tg. 4.17; 1Jo.3.4; Gl. 6.2.
·       A Bíblia diz que o pecado é ficar abaixo do nível que Deus requer de nós. Isso é pecado, você poderá dizer, “O, eu sou humano”. Não, você não é; se nasceu de novo, em você habita o Deus Altíssimo. Gl. 2.20; 1Jo. 3.4.
O  Pecado sob a perspectiva do homem.
Sl.51; Mc. 4.24

O Pecado sob a perspectiva de Deus .
2Sm. 12; 2Co. 8.9; Jo. 3.16; Fl. 2.5; Hb. 10.26,27-31; Mt. 18. 6,7; 2Cr. 7.14.

O caminho de Santidade.
Is. 35.8-10;  Hb. 4.12.
a)     A oração do avivamento:
Sl. 24;  Hb. 10.
b)    A  santidade e o julgamento de Deus:
Sl.24.3; Tg. 5.16b; Joel. 2.12,13; Jr. 9.1; Tg. 5.17,18; 1Rs. 18.36,37; Mt. 5.8; Hb. 12.7-10,11,12; Lc. 1.17.  





CARTÃO